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Ídolos / Craques
Rivelino
A
imagem que se tem de Rivelino é a do garoto franzino de chute
potente que abria as barreiras adversárias na Copa do México, em
1970. Num time recheado de craques como Pelé, Gérson e Tostão,
Rivelino soube achar seu espaço graças a João Saldanha, que
provou que ele poderia jogar ao lado das feras. Naquele mundial,
Rivelino marcou três gols em cinco partidas e foi peça
importante para garantir ao Brasil o tricampeonato. Porém, a
mesma habilidade não seria suficiente para dar ao craque mais
alegrias nos mundiais seguintes. Na Alemanha, em 1974, Rivelino
levou o Brasil ao quarto lugar, mas num time repleto de
problemas de relacionamento entre os jogadores. Na Argentina,
quatro anos depois, foi convocado pelo técnico Cláudio Coutinho
e se contundiu. Fez um longo sacrifício numa época em que pouco
se sabia sobre recuperação física e ainda conseguiu participar
de três partidas. Desta vez, o Brasil foi o terceiro, sem perder
um jogo sequer. Polêmico, foi um dos primeiros atletas
brasileiros a atuar na Arábia Saudita, onde encerrou a carreira
depois de brigar com os dirigentes de seu clube.
FICHA TÉCNICA
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Nome: |
Roberto Rivelino |
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Nacionalidade: |
Brasil |
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Nascimento: |
1/1/1946 |
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Local: |
Sao Paulo-SP |
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Posição: |
Meio-campo |
Jogos pela
Seleção: 121
Gols: 43
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Mundiais |
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Disputados: |
1970 - 1974 - 1978 |
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Postos Obtidos: |
1º
(1970) - 3º (1978) - 4º (1974) |
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Partidas Disputadas: |
15 |
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Minutos Jogados: |
1208 |
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Gols: |
6 |
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Cartões Amarelos: |
1 |
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