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Ídolo / Craques
Carlos Alberto
O eterno Capitão do Tri
Logo
em uma de suas primeiras partidas como profissional pelo
Fluminense, em 1962, o jovem lateral-direito Carlos Alberto
Torres, de apenas 17 anos, ousou dar uma bronca no ídolo
Castilho, que trazia quatro Copas do Mundo na bagagem. Tudo
porque o veterano goleiro falhou em um cruzamento. Naquele
episódio, Carlos Alberto já demonstrava a sua característica
mais marcante ao longo de vinte anos de carreira: uma forte
personalidade.
Torres foi um dos primeiros laterais do Brasil e do mundo a se
aventurar regularmente no apoio ao ataque. No Fluminense, ficou
pouco tempo, mas o suficiente para ser campeão carioca em 1964.
No ano seguinte, mudava-se para o Santos de Pelé. Foram dez anos
de viagens, títulos e jogos antológicos, com um breve intervalo
em 1971, quando defendeu o Botafogo carioca jogando como
zagueiro de área por breves três meses. Mesmo assim, levou o
time ao vice-campeonato carioca daquele ano.
Na Seleção Brasileira, a carreira de Carlos Alberto começou no
Pan-Americano de 1963, que reunia atletas amadores. Cortado do
time que foi à Copa da Inglaterra, em 1966, tornou-se capitão do
Mundial seguinte, no México, em 1970. Fez o último gol dos 4 x 1
da final, sobre a Itália, ergueu a taça como capitão e entrou
para a mitologia do futebol. O eterno capitão do tri ainda
voltaria a brilhar no Fluminense (campeão carioca em 1976) e no
Flamengo, antes de se transferir para o Cosmos, dos Estados
Unidos, onde reencontrou Pelé. Encerrou a carreira como campeão
da Liga Norte-Americana, em 1982.
FICHA TÉCNICA
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Nome Completo |
Carlos Alberto Torres |
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Posição |
Lateral-direito |
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Data de Nascimento |
17-07-1944 |
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Nacionalidade |
Brasileira |
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Local |
Rio de Janeiro - RJ |
Jogos pela Seleção: 73
Gols: 9 |