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SELEÇÃO BRASILEIRA

 Curiosidades

 

O primeiro gol da seleção brasileira em Copas (1930/Uruguai) foi marcado por Preguinho na derrota por 2 x 1 para a Iugoslávia.

 

O primeiro pênalti defendido em Copas: Veloso, goleiro do Brasil, na vitória por 4 a 0 sobre a Bolívia (1930/Uruguai).

 

Nasce a pátria de chuteiras: Domingo, 5 de junho de 1938. A seleção brasileira consegue uma emocionante vitória sobre a Polônia, na estréia da Copa da França. Suados 6 a 5. Nunca o país tinha marcado tantos gols. Agora , pela primeira vez, o Brasil passava de fase. Uma façanha daquelas.

 

Quebra-ossos: Companheiro de Leônidas no ataque da seleção brasileira em 1938, Perácio tirou de combate o goleiro tcheco Planicka, nas quartas-de-final. O chute foi tão forte que ao defendê-lo, o tcheco quebrou o braço e a clavícula, prensados contra a trave.

 

Diamante Negro - Artilheiro da Copa de 1938/França, Leônidas da Silva tranforma-se no primeiro garoto propaganda do futebol brasileiro. Ele anuncia cigarro e motiva a criação de um chocolate com o seu apelido. Diamante Negro.

 

Anos 40 - Rivalidade entre gols e pontapés: Sem poder atravessar o Atlântico para enfrentar os europeus, Brasil e Argentina alimentaram, nos anos 40, a maior rivalidade entre dois países do futebol mundial. Na bola, os argentinos levaram ampla vantagem sobre os brasileiros. Na briga, porém, ligeira vantagem tupiniquim.

 

Boicote: Brasil e Argentina promoveram um boicote mútuo, que resultou, inclusive, na decisão dos argentinos de não disputar o Mundial de 1950, no Brasil. O clássico só voltou a ser disputado em 1957, pela Copa Roca. A´, os brasileiros já vestiam a camisa amarela e contavam com um tal Pelé no ataque. E a trajetória dos rivais jamais seria a mesma.

 

OS TRAUMAS DE 1950 (Brasil 1 x 2 Uruguai)

 

Cada povo tem asua irremediável catástrofe nacional, algo assim como uma Hiroshima. A nossa catástrofe, a nossa Hiroshima, foi a derrota frente ao Uruguai, em 1950. "Assim Nelson Rodrigues definiu a queda brasileira no Maracanã diante de 200 mil pessoas. A história daquele dia, jamais será apagada.

 

Friaça - Teve uma grave crise de amnésia após a decisão. Fora de si, viajou para Teresópolis, região serrana do Rio, onde bateu o carro. Ficou horas sem saber o que estava ocorrendo. Além disso, emagreceu em dois dias cinco quilos.

 

Zizinho - Durante anos manteve contatos por telepatia com o falecido capitão do Uruguai, Obdúlio Varela. O fenômeno trazia à mente do ex-jogador diagnósticos do estado de saúde do algoz uruguaio.

 

Barbosa - Em 1996, a convite do Jornal da Globo, negou-se a entrar no Maracanã. A surpreendente reação do ex-jogador fez o jornalista Geneton Moraes Neto escrever o livro Dossiê 50 (Objetiva, 2000). Entrevista com os 11 jogadores brasileiros que estiveram em campo naquele 16 de julho.

... Barbosa jamais venceu esse trauma. Nunca mais quis voltar ao gramado do Maracanã. Tornou-se o sinônimo de uma derrota irreparável.

"Muita gente entrou para a história. Eu jamais sairei da história do futebol brasileiro por causa daquele jogo, em 16 de julho de 1950", soltou, certa vez. Sua frase mais marcante foi: "No Brasil, a pena maior é de 30 anos; eu fui condenado à prisão perpétua".

 

Brasil exibe ao mundo a amarelinha - Em 1953, o jornal carioca Correio da Manhã lançou um concurso, com o apoio da Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF), para a escolha do novo uniforme. A única exigência era que as tonalidades deveriam ser as mesmas da bandeira. O estudante Aldyr Garcia Schlee, à época com 19 anos, tentou inovar. Deu certo. Na Copa de 54, a equipe nacional entrava em campo pela primeira vez de camisa amarela, calção azul e meias brancas. Começava a saga do maior símbolo do futebol mundial.

 

Pelé com a 10 - Na Copa de 1958, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) esquece de enviar a numeração dos convocados por Vicente Feola. Um funcionário da FIFA numera a lista aleatoriamente. O goleiro Gilmar recebe a 3, mas Pelé fica com a 10.

 

0 x 0 - Brasil e Inglaterra protagonizaram o primeiro jogo sem gols da história do Mundial, na primeira fase da Copa de 1958.

 

Uma dupla infernal - Não existiu na história do futebol mundial uma dupla com Pelé e Garrincha. Juntos em campo por 40 vezes em jogos da seleção, os dois maiores craques brasileiros jamais foram derrotados.

 

Bons tempos: 13 jogos de invencibilidade. A Seleção Brasileira é a que possui maior série, obtida entre 1958 e 1966.

 

Na Copa de 1966, o técnico Vicente Feola não conseguiu formar uma base da equipe e usou 20 jogadores em três jogos.

 

A última vez de Pelé e Garrincha - A única vitória na Copa de 1966 (3 a 1 sobre a Bulgária) marcou o fim da parceria mais bem-sucedida na história dos Mundiais. Foi a última vez que Garrincha e Pelé estiveram juntos em campo pela competição. Ao todo foram sete jogos, seis vitórias, um empate e 18 gols marcados. Pelé e Garrincha ainda entrariam em campo no Mundial inglês. O rei contra Portugal; Mané contra a Hungria. Depois, a trajetória dos dois na seleção não voltou a se cruzar.

 

1970 - Ao som de "Pra frente Brasil", a seleção conquista o tri no México. O título é transformado em propaganda do regime militar. Antes do embarque, a troca de João Saldanha por Zagallo e a convocação de Dario "Dadá Maravilha" sai atribuídas a exigências do presidente Médici.

 

A Seleção Brasileira foi a primeira a atingir 100 gols marcados em Copas. Ocorreu no primeiro da goleada por 4 x 1 sobre a Itália, na final da Copa de 70, gol feito por Pelé.

 

Recordista: 7 gols em seis jogos fez Jairzinho no Mundial de 1970. Foi o único a ser campeão marcando em todas as partidas.

 

O Rei: 3 títulos de Copa ostenta Pelé em seu currículo. Ele é o único tricampeão do mundo como jogador.

 

Falso patriotismo: A primeira vista, a pose dos jogadores na foto oficial da seleção brasileira para a Copa de 1990 (Itália) indica um forte patriotismo do grupo de Lazaroni. A mão no peito, porém, era para cobrir a logo da Pepsi, patrocinadora da CBF. Era um protesto contra a indefinição sobre a premiação pelo título que não veio.

 

6 toneladas de bagagem é quanto o Brasil levou para a Copa da Alemanha em 2006. Duas toneladas a menos em relação à última Copa (2002). Além dos equipamentos de jogo, serão quase 600 quilos de comida.

 

O Brasil é o único a ter conquistado Copas fora de seu Continente. 1958 (Suécia) e 2002 (Japão e Coréia do Sul).

 

Dunga e Taffarel com 18 jogos, foram os que mais atuaram pela Seleção no Mundial.

 

Pontaria: O Brasil já teve 3 artilheiros em Copas. Leônidas, em 1938, Ademir de Menezes, em 1950, e Ronaldo, em 2002.

 

Zagallo: 6 Copas e 4 conquistas. Único tetracampeão do mundo (ganhou 58 e 62 como jogador, 70 como técnico e 94 como coordenador).

 

 

 

 

 

 

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