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Mundial Alemanha 2006

BRASIL 4 x 1 JAPÃO- Primeira Fase - 3ª Rodada
 

Data: 22/06/2006 (Quinta-feira)
Local: Westfalenstadion, em Dortmund (ALE)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Eric Poulat (FRA)
Assistentes: Lionel Dagorne (FRA) e Vincent Texier (FRA)


Brasil: Dida (Rogério Ceni), Cicinho, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Juninho Pernambucano, Kaká (Zé Roberto) e Ronaldinho Gaúcho (Ricardinho); Robinho e Ronaldo
Técnico: Carlos Alberto Parreira

Japão: Kawagushi, Kaji, Tsuboi, Nakazawa e Alex Santos; Ogasawara (Koji Nakata), Hidetoshi Nakata, Inamoto e Nakamura; Maki (Takahara) (Oguro) e Tamada
Técnico: Zico

Cartões Amarelos: Kaji (JAP); Gilberto (BRA)

Gols: Tamada aos 33 e Ronaldo aos 46 minutos do primeiro tempo; Juninho Pernambucano aos sete, Gilberto aos 13 e Ronaldo aos 35 da etapa final.

 

“Novo“ Brasil joga muito bem, goleia Japão e enfrenta Gana nas oitavas

 

Parreira muda cinco jogadores e equipe faz sua melhor partida na Copa; Ronaldo iguala recorde de Gerd Müller

 

A Seleção Brasileira fez nesta quinta-feira, em Dortmund, a sua melhor partida na Copa do Mundo da Alemanha, e goleou o Japão, de virada, por 4 x 1, gols de Ronaldo (2), Juninho Pernambucano e Gilberto. Tamada anotou para os orientais. Os pentacampeões mundiais terminaram no primeiro lugar do grupo F, com nove pontos, e enfrentam Gana, segunda colocada da chave E, na próxima terça-feira, novamente em Dortmund, às 12h (de Brasília).

No outro jogo do grupo brasileiro, a Austrália empatou em 2 x 2 com a Croácia, em Stuttgart, e ficou com o segundo posto, com quatro pontos, enfrentando agora a Itália, líder da chave E, na próxima segunda-feira. Os croatas terminaram a primeira fase com dois e os japoneses, treinados por Zico, com apenas um.

O treinador Carlos Alberto Parreira escalou a equipe com cinco alterações: Pendurados com um cartão amarelo, Cafu e Emerson cederam seus lugares a Cicinho e Gilberto Silva, respectivamente. Por questões táticas, o treinador poupou Roberto Carlos, Zé Roberto e Adriano, entrando Gilberto, Juninho Pernambucano e Robinho. Zico não ficou atrás e mudou a sua dupla de ataque: saíram Yanagisawa e Takahara e entraram Maki e Tamada.

Com os gols marcados, Ronaldo chegou aos 14 e se tornou recordista na história das Copas, empatado agora com o alemão Gerd Müller. Ele ultrapassou Pelé, que fez 12, e o francês Just Fontaine, autor de 13.

Kawagushi brilha no primeiro tempo

O que se viu no primeiro tempo foi um outro Brasil, em relação às duas rodadas anteriores, com muito mais velocidade. Se bem que a equipe deixou a desejar em alguns momentos na marcação, sobretudo no lado esquerdo da defesa, nas costas de Gilberto, talvez por conta da ausência do incansável Zé Roberto. O destaque da etapa foi o goleiro japonês Kawagushi, que fez cinco defesas importantes. Aos seis, Ronaldinho Gaúcho tocou para Ronaldo, o Fenômeno pedalou, driblou e chutou de canhota para linda defesa do arqueiro nipônico. Aos dez, de novo Kawagushi, agora defendendo a córner um chute de Robinho.

Aos 15, de novo o duelo Robinho x Kawagushi. O atacante recebeu na entrada da área, cortou e chutou de canhota para linda defesa. Aos 19, foi a vez de Ronaldo driblar e finalizar de direita, mas o goleiro estava lá e tocou para escanteio. Aos 21, a mais bela defesa: Ronaldinho Gaúcho tocou para Ronaldo e este rolou para Juninho Pernambucano mandar um míssel que Kawagushi desviou a escanteio.

O Brasil fazia sua melhor apresentação e o Japão pouco ameaçava. Aos 14, Inamoto chutou alto, jogada repetida aos 24, por Maki. Aos 33, no entanto, uma bobeada coletiva da defesa brasileira permitiu ao time de Zico pular na frente do placar. O brasileiro Alex Santos fez uma jogada pela esquerda e enfiou para Tamada, que chutou de canhota, sem chances para Dida. O jogador não estava impedido, pois Gilberto Silva dava condições de jogo no meio da área.

Os brasileiros diminuíram um pouco ritmo, mas Kawagushi voltou a aparecer aos 41, defendendo um chute de Ronaldinho Gaúcho. Aos 46, porém, não teve jeito. O melhor do mundo fez uma inversão sensacional de jogo da esquerda para a direita, Cicinho tocou de cabeça para a área e Ronaldo, também de cabeça, completou para o gol: 1 x 1.

Três gols na etapa final

As equipes voltaram para o segundo tempo com as mesmas formações e o Brasil quase desempatou aos cinco minutos, quando os Ronaldos fizeram tabela espetacular na entrada da área e o Fenômeno completou à esquerda do gol japonês. Aos sete, a Seleção virou: Robinho recuou e Juninho Pernambucano arriscou da entrada da área. Kawagushi, que brilhara no primeiro tempo, falhou: 2 x 1.

Os gols de cabeça nunca foram a especialidade de Ronaldo e aos nove, ele quase marcou mais um, testando após cruzamento de Gilberto, mas o goleiro voltou a aparecer bem. Muito sumido no jogo, o meia japonês Nakata testou Dida, aos 11, mas o chute foi defendido com segurança. O volume de jogo apresentado pelo time brasileiro foi recompensado com o terceiro gol, aos 13: Ronaldinho Gaúcho puxou um rápido contra-ataque e deixou Gilberto livre pela esquerda. O lateral invadiu e chutou cruzado. Golaço. Kawagushi seguiu fazendo boas defesas e aos 18 espalmou duas, quase seguidas, uma de Robinho e outra de Juninho.

Zico já havia feito três alterações quando Parreira mudou, aos 26: saíram Kaká e Ronaldinho Gaúcho e entraram Zé Roberto e Ricardinho. O Brasil passou a ter uma outra postura e trocou a velocidade pelo toque de bola, não entendido por parte da torcida brasileira no estádio.

Aos 35, porém, o zagueiro Juan resolveu ir ao ataque e trocou passes lindos com Ronaldo. O artilheiro recebeu, limpou na entrada da área e bateu no canto esquerda de Kawagushi. Mais um belo gol: 4 x 1. Logo após o gol, Parreira deu um presente a Rogério Ceni e o colocou em campo na vaga de Dida, que hoje foi o capitão do time. Aos 40, o japonês Nakamura assustou em cobrança de falta, mas Rogério estava na bola. Aos 46, ele defendeu sua única bola, em chute fraco de Koji Nakata.

Os brasileiros tocaram a bola até o final do jogo e tinham a certeza de que a torcida estava finalmente feliz com uma boa atuação na Copa da Alemanha.

 

 

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