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Os Convocados
Cafu - Lateral-direito
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Nome: Marcos
Evangelista de Moraes
Posição: Lateral-direito
Clube: Roma (Itália)
Data de nascimento: 07/06/1970
Local de nascimento: São Paulo (SP)
Altura: 1,76 m
Peso: 74 kg
Equipes em que já atuou: São Paulo (1989 a 1994),
Zaragoza - Espanha (1994 e 1995), Juventude (1995), Palmeiras
(1995 a 1997) e Roma - Itália (desde 1997)
Estréia na Seleção: 12/09/1990 - Brasil 0 x 3 Espanha
(amistoso)
Convocações: 140 pela Seleção principal e 8 pela Sub-23
Jogos pela Seleção: 108 pela Seleção principal e 8 pela
Sub-23
Gols marcados: 5 pela Seleção principal e 1 pela Sub-23
Jogos em Copas do Mundo: 9 |
Cafu estreou na
Seleção Brasileira em 1990, levado pelo técnico Paulo Roberto
Falcão. Tinha 20 anos de idade e, naquela época, despontava no São
Paulo como um jogador versátil, com uma capacidade pulmonar
impressionante que lhe permitia correr o campo todo. Por isso,
Cafu não tinha posição fixa em campo. Jogava de lateral, volante,
meia, atacante, e só não jogou de goleiro porque não foi
necessário.
Falcão colocou Cafu como ponta-direita. O garoto passou alguns
anos como "coringa" até se fixar definitivamente como lateral. Foi
um ótimo negócio para ele. Depois que Jorginho deixou a Seleção,
após a Copa de 1994, Cafu assumiu o posto e não encontrou ninguém
que ameaçasse tirar seu lugar no time. Com isso, foi acumulando
jogos pela Seleção Brasileira. Já passou da casa das 100 partidas
e tem tudo para encerrar a carreira como o jogador que mais vezes
atuou com a camisa do Brasil.
Tanta longevidade lhe garante uma galeria repleta de títulos.
Pela Seleção, Cafu foi campeão mundial em 1994 e vice em 1998.
Ganhou também dois títulos da Copa América. Com o São Paulo, foi
bicampeão sul-americano e mundial. Ele conquistou também o título
de campeão italiano com a Roma.
Hoje, aos 32 anos, Cafu perdeu um pouco do fôlego de garoto,
mas, por outro lado, adquiriu uma experiência internacional que
lhe torna uma das lideranças dentro da Seleção. Ele parece ter
nascido para jogar futebol. Começou no time de Itaquaquecetuba,
mas queria muito um lugar em um grande clube de São Paulo. Foi
reprovado em oito testes até finalmente ser aceito no São Paulo.
Sob o comando do técnico Telê Santana, aprimorou seus
fundamentos e adquiriu grande senso de colocação tática. Após
várias conquistas pelo time do Morumbi, teve uma rápida passagem
pelo Zaragoza, da Espanha, até voltar ao Brasil para atuar no
Palmeiras (com escala no Juventude, de Caxias do Sul). Em 1997,
foi para a Itália jogar pela Roma e hoje é ídolo entre os
torcedores do clube italiano.
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