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SELEÇÃO BRASILEIRA

 

Copa do Mundo da Suécia - 1958

Brasil Campeão Mundial

 

A estréia do Brasil no mundial de 1958 foi em ritmo de valsa. Apesar de não ter jogado bem, o Brasil derrotou a Áustria por 3x0 e deu o primeiro passo rumo a conquista ao título que havia estado tão perto do Brasil 8 anos antes. As duas seleções tiveram um início de partida muito tenso. não conseguiam desenvolver suas jogadas, fazendo um jogo truncado. A situação começou a melhorar a partir do primeiro gol do Brasil, anotado por Mazzola, aproveitado um cruzamento de Zagallo.

 

Ainda sem Pelé e Garrincha - A seleção brasileira antes de um amistoso de preparação para a Copa do Mundo de 58, no Maracanã. Ainda sem Pelé e Garrincha na equipe titular. Em pé, da esquerda para a direita, De Sordi, Mario Américo (massagista), Bellini, Dino Sani, Gilmar, Nilton Santos e Zózimo; agachados, Joel, Moacir, Vavá, Dida e Zagallo.


O segundo gol Brasileiro foi marcado por Nilton Santos, em uma jogada genial.
O lateral esquerdo do Botafogo dominou a bola ainda no campo de defesa brasileiro, conduziu até ao ataque (contrariando instruções do técnico Vicente Feola) e, após tabela com Mazzola, fez 2x0. O craque do Palmeiras faria ainda o terceiro gol brasileiro. De fato, a partida foi a mais difícil para a seleção brasileira na caminhada rumo à conquista de seu primeiro título mundial.

 

O cérebro - O meia brasileiro Didi faz embaixadas, antes de partida da seleção brasileira pela Copa da Suécia. Ele foi o principal armador das jogadas de ataque do Brasil


Agora a vez da Inglaterra. Foi o primeiro 0x0 da história das Copas.


Um grupo de jogadores se reuniu com o técnico Vicente Feola e pediu mudanças na seleção para jogo decisivo contra a URSS, o último adversário da primeira fase. Garrincha, Pelé e Zito entraram nos lugares de Joel, Dida e Dino Sani. E deu certo. A seleção fez 2x0 e se classificou para as quartas de finais como líder de seu grupo. Querendo marcar logo para não correr o risco de outro 0x0, o Brasil foi para cima e não massacrou os soviéticos nos primeiros 15 minutos pois a equipe vermelha tinha defendendo seu gol o lendário goleiro Yashin. Logo aos 30 segundos de partida, Zagallo quase marcou. Com 2 minutos Vavá recebeu o passe de Didi e abriu o placar fazendo 1x0. Nos 15 minutos finais do segundo tempo, o Brasil voltou a pressionar de maneira incessante o adversário o segundo gol saiu aos 30 minutos do segundo tempo. Pelé tabelou com Vavá à frente do gol soviético e o atacante do Vasco da Gama ampliou para 2x0.


Depois de um empate por 0x0 contra a Inglaterra na primeira fase a seleção brasileira teve outra partida dificílima diante do País de Gales. Acabou vencendo, mas por apenas 1x0.


A partida contra a França foi realizada no estádio Solna, em Estocolmo. A exemplo do que havia acontecido contra a URSS na primeira fase, o Brasil iniciou a partida arrasador, não dando a menor chance para os franceses respirarem. O gol demorou apenas 2 minutos para sair. Vavá mandou para o fundo da rede depois de receber passe de Garrincha. Após o gol brasileiro os franceses conseguiram equilibrar o jogo e chegar ao empate aos 8 minutos. Didi desempatou com a "folha seca" aos 39 minutos e terminou 2x1 para o Brasil na primeira etapa. Logo no início do segundo tempo Pelé fez 3x1 aproveitando rebote de chute de Didi. Aos 19 minutos novamente Pelé fez 4x1, Aos 31 minutos, 5x1 de novo com Pelé em jogada com Zagallo. A França ainda descontou mas era tarde demais e o jogo terminou 5x2.

 

Cheiro de goleada - Zagallo comemora deitado na grama, ao lado do goleiro adversário, o quarto gol do Brasil contra a Suécia, na final da Copa de 58, no Estádio Solna, em Estocolmo. Pelé chega com os braços abertos
para abraçá-lo. O Brasil venceu o jogo por 5 a 2.


Na partida da Final contra a Suécia, incentivado pela torcida, o time sueco começou pressionando e fez 1x0 aos 3 minutos de partida. Aos 9 minutos Vavá empatou a partida aproveitando o cruzamento de Garrincha. O segundo gol brasileiro saiu também dos pés de Garrincha que cruzou para Pelé. O santista viu Vavá melhor colocado e deixou passar para Vavá fazer o segundo gol. O primeiro tempo terminou 2x1. Aos 10 minutos do segundo tempo Pelé ampliou com um gol antológico. Após receber de Garrincha aplicou um "chapéu" em um zagueiro e fuzilou o gol. Apenas 13 minutos depois, em jogada iniciada por Garrincha, Didi chutou e, aproveitando o rebote, Zagallo fez 4x1. Suécia ainda diminuiu o placar fazendo o segundo gol sueco. Mas Pelé tinha que fechar o espetáculo no último minuto de jogo para o Brasil.

 

O choro do menino-rei - Pelé, com 17 anos, chora no ombro de Nilton Santos, na comemoração do primeiro título mundial brasileiro, na Suécia. Garrincha e Gilmar se aproximam.

 

Vavá (à esq.), Orlando, Pelé, Gilmar e Didi comemoram. As lágrimas do craque de 17 anos foram a imagem marcante do primeiro título

 

Enfim, a taça - O capitão da seleção brasileira, Bellini, recebe a taça Jules Rimet.

O capitão Hideraldo Bellini foi o primeiro a erguer a Taça Jules Rimet acima da cabeça

 

Adeus, Suécia - Jogadores brasileiros dão a volta olímpica no Estádio Solna, em Estocolmo, carregando a bandeira da Suécia. Da esquerda para a direita, Gilmar, Zagallo, Garrincha, Nilton Santos e Zito.

 

Carnaval de inverno - Paulistanos comemoram o primeiro título brasileiro na Avenida São João, em
São Paulo.

 

 

A Delegação

 

Chefe: Dr. Paulo Machado de Carvalho

Secretário: Abílio de Almeida

Tesoureiro: Adolpho Marques Júnior

Delegado ao Congresso: Dr. Luiz Murgel

Supervisor Técnico: Carlos Nascimento

Técnico: Vicente Feola

Preparador Físico: Prof. Paulo Amaral

Observador Técnico: José de Almeida

Psicólogo: Prof. João Carvalhaes

Médico: Dr. Hilton Gosling

Dentista: Dr. Mário Trigo Loureiro

Massagista: Mário Américo

Auxiliar: Francisco de Assis (roupeiro)

 

Jogadores

 

Goleiros:

GILMAR dos Santos Neves - Corínthians
Carlos José CASTILHO - Fluminense

 

Zagueiros:

DJALMA dos SANTOS - Palmeiras

Hideraldo Luís BELLINI - Vasco da Gama

ORLANDO Peçanha de Carvalho - Vasco da Gama

NÍLTON dos SANTOS - Botafogo

Newton DE SORDI - São Paulo

MAURO Ramos de Oliveira - São Paulo

ZÓZIMO Alves Calazans - Bangu-RJ

Valdemar Rodrigues Martins (ORECO) - Corínthians

 

Meio-campo:

José Ely de Miranda (ZITO) - Santos
Valdir Pereira (
DIDI) - Botafogo
DINO SANI - São Paulo
MOACYR Claudino Pinto - Flamengo

 

Atacantes:

Mário Jorge Lobo ZAGALLO - Flamengo
Manoel Francisco dos Santos (
GARRINCHA) - Botafogo
Edvaldo Izídio Neto (
VAVÁ) - Vasco da Gama
Édson Arantes do Nascimento (
PELÉ) - Santos
JOEL Antonio Martins - Flamengo
José João Altafini (
MAZZOLLA) - Palmeiras
Edivaldo Alves de Santa Rosa (
DIDA) - Flamengo
José Macía (
PEPE) - Santos

Os Jogos

 

Oitavas-de-final

 

Jogo Nº 227 da Seleção

8/6/1958
Brasil 3 x 0 Áustria
Local: Estádio Rimnersvallen
Cidade: Uddevalla (Suécia)
Árbitro: M. Guigue (França)
Brasil: Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Mazzola, Dida e Zagallo.
Gol: Mazzola (2) e Nílton Santos.

 

 

Jogo Nº 228 da Seleção

11/6/1958
Brasil 0 x 0 Inglaterra
Local: Estádio Nya Ullevi
Cidade: Gotemburgo (Suécia)
Árbitro: A. Dusch (Alemanha Ocidental)
Brasil: Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Dino Sani e Didi; Joel, Mazzola, Vavá e Zagallo.

 

 

Jogo Nº 229 da Seleção

15/6/1958
Brasil 2 x 0 União Soviética
Local: Estádio Nya Ullevi
Cidade: Gotemburgo (Suécia)
Árbitro: M. Guigue (França)
Brasil: Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.
Gols: Vavá (2).

 

 

Quartas-de-final

 

Jogo Nº 230 da Seleção

19/6/1958
Brasil 1 x 0 País de Gales
Local: Estádio Nya Ullevi
Cidade: Gotemburgo (Suécia)
Árbitro: F. Seipelt (Áustria)
Brasil: Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Mazzola, Pelé e Zagallo.
Gol: Pelé.

 

Semifinais

 

Jogo Nº 231 da Seleção

24/6/1958
Brasil 5 x 2 França
Local: Estádio Rasunda
Cidade: Estocolmo (Suécia)
Árbitro: B. Griffiths (País de Gales)
Brasil: Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.
Gols: Pelé (3), Didi e Vavá.

 

 

Final

 

Jogo Nº 232 da Seleção

29/6/1958
Brasil 5 x 2 Suécia
Local: Estádio Rasunda
Cidade: Estocolmo (Suécia)
Árbitro: M. Guigue (França)
Brasil: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.
Gols: Pelé (2), Vavá (2) e Zagallo.

 

Pelé foi o artilheiro do Brasil com 6 gols

 

 

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